Four Seasons

A intenção não é fazer de tudo um texto bonito, e sim, refletir sobre esses sonhos incertos.

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domingo, 31 de outubro de 2010

Subjetivo.

Tudo está escuro,
Todos estão a repousar.
Apenas eu, que as estrelas,
Estou tentando encontrar.


As rodas do carro passam na estrada,
Meus olhos grudados no céu.
Procurando pela minha lua,
E pela sua luz branca como um véu.

Estrelas e lua. Caminhos e meta. As coisas parecem tão extremamente impossíveis e tão completamente tentadoras. Já não conseguiria mais imaginar tudo isso de outra forma. Impossível.
Acordo todos os dias com esse objetivo gravado em minha mente. Ele é o único que não se vai em momento algum de meus pensamentos.
Olho para meu quarto e para as coisas que nele se encontram. Vejo um pouco de você naquelas coisas. Vejo também um pouco de mim naquelas coisas. Tais que me pertencem, obviamente é possível de se identificar, isso é algo até mesmo tolo de se dizer.

É incrível a capacidade de um ser humano de citar duas coisas que não fazem sentido algum e estabelecer uma ligação de percepções lunáticas em volta delas.

De qualquer forma, sempre que viajo à noite, essas duas estrofes aparecem à minha cabeça. São os versos que resumem aquilo que certamente é a minha forma de distração favorita.

O anseio por essas coisas pode ter motivos um tanto subjetivos, eu acho.